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Os países “centrais” não atuam sozinhos. Os “periféricos” querem ter vez e voz.

artigo | 10/12/2017 | Dorgil Silva

A pressão exercida pelos países “centrais” do mundo ocidental (notadamente EUA-Europa) sobre os “periféricos” inclui guerras, ameaças de guerra, desestabilização política e medidas de restrição econômica,  para dominar a seu favor os mercados internos, explorando as “commodities” (recursos naturais, manipulados ou semimanufaturados, com o mínimo possível de industrialização, utilizados na produção de outras mercadorias. Petróleo, por exemplo é uma “comodity”.).

Os países “centrais” patrocinam pressões internacionais sobre o comércio multilateral e, no limite, por todos os meios, agem para colocar nos comandos dos países menos poderosos algum tipo de governo que atenda às necessidades político-ideológico-comerciais dos países “centrais”. 

Mas, nesse jogo, os países “centrais” não jogam sozinhos. Cada vez mais, os povos dos países “periféricos” querem soberania, autonomia e liberdade, além de respeito à multilateralidade, que inclui a multiculturalidade. A tensão existe em todo o mundo. 

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