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TSE recusa ajuda do ITA e do IME para fabricação de urnas com voto impresso

noticia | 08/02/2018 | Da Redação, com NBO

Fica cada evidente a possibilidade de fraude nas próximas eleições. Principalmente depois que Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e o Instituto Militar de Engenharia (IME) ofereceram seus serviços para desenvolver o novo protótipo das Urnas Eletrônicas do Brasil, com votos impressos e a oferta foi misteriosamente recusada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Afinal, transparência não é o forte do Judiciário brasileiro.

 

Segundo a publicação de O Antagonista, “a decisão do ministro Gilmar Mendes, atual presidente do TSE, foi contratar, por R$ 7 milhões e sem licitação, a empresa de tecnologia que pertence aos dois filhos de um ex-ministro de José Sarney, ambos envolvidos nas rumorosas denúncias de fraude no Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo na falência da indústria Trol Brinquedos.”

 

“É muito estranho. Outros institutos, como o ITA e o IME, se ofereceram para desenvolver a nova urna. Mas, o TSE optou pela Flextronics”, afirmou a advogada Maria Aparecida Rocha Cortiz, da equipe de Modesto Carvalhosa e autora do requerimento feito à Corte Eleitoral. Segundo ela, há claros indícios de irregularidades. “O TSE vai comprar as urnas de quem desenvolveu um protótipo financiado com recursos do próprio TSE. É um ótimo negócio!”, alertou Cortiz

 

 

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