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A doença é um ótimo negócio no capitalismo e a coisa funciona assim

artigo | 05/07/2018 | Thomas de Toledo

A Bayer compra a Monsanto, formando um truste.

A parte Monsanto joga veneno nas frutas, verduras, legumes e cereais.

As pessoas consomem e ficam doentes. Aí entra a Bayer com o remédio.

Ela não cura, mas prolonga o tratamento para ganhar mais.

Como tem patentes e monopoliza o mercado, ela coloca o preço que quiser.

Da mesma forma que a agricultura com veneno é subsidiada pelo governo, o sistema público de saúde também pagará pelo tratamento.

O político bancado por essas empresas trabalha para tirar as restrições ao veneno e para encarecer o custo dos orgânicos.

Com aumento no número de doentes, ele promete construir hospitais.

O povo vota e ele trabalha para as empresas.

Assim, o Estado gira essa roda de envenenamento, doença, político vendido.

Quem paga para ficar doente e depois ser tratado é o próprio cidadão.

Coisas do capitalismo.

Para vencer isto, há três formas: vai pra Cuba, vira hippie ou luta pelos orgânicos, pela quebra de patentes, pelo desenvolvimento da ciência e por um SUS público e de qualidade.

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