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Lembra dos 7 a 1? É muito pior.

artigo | 01/02/2019 | Rita de Paulo

Os 13 milhões de brasileiros, pais, mães, filhos e agregados responsáveis por sustentar suas famílias, continuam desempregados. A economia não cresce e segue sem gerar emprego. O salário mínimo perde poder de compra e ainda sofre corte de 8 reais. A mentira do kit gay e da mamadeira de pênis seduziu os fiéis pela fala de pastores com interesses políticos-eleitorais que leram a Bíblia como um livro de ódio esquecendo as palavras de Amor e Justiça pregadas por Jesus Cristo. O pré-sal, os minérios e tudo o que é riqueza nacional está sendo oferecido a preço de fim de feira. A aposentadoria e o direito trabalhista deram ruim de verde e amarelo. A milícia conhecida há décadas dos pobres oprimidos governa o país. Quer mais?  E tem. Só não cabe nesta página. 

Você, caro leitor e leitora, certamente conhece alguém que votou no 17 para presidente. Também alguém que anulou ou não foi votar achando que não tem nada a ver com eleição e agora deve estar percebendo que tem tudo a ver. É a caneta do eleito que por quatro anos determina o destino do povo. A caneta que vai para a direita tira direitos de muitos para satisfazer os ricos. A caneta que vai para a esquerda bota direitos na mesa da população. “Não é brincadeira, a coisa”, como diz um professor estudioso das ciências da Política. 

Vou contar uma piada. Era uma vez um presidente boçal e golpista. Ele se achava. Um dia recebeu a visita do presidente de outro país. Decidiu, então, mostrar o quanto era poderoso e obedecido e falou para um soldado de sua guarda: “sentido, perfilado, arma no ombro, arma apontada para a cabeça, atira. O soldado parou e falou: “que isso, presidente, bêbado a esta hora da manhã”?”. Moral da história: quando alguém mandar você atirar contra si mesmo, lembra do soldado e do presidente.

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