politica

Unidade Popular para salvar o Brasil da crise maior

21/00/2017

Ao se completar um ano do golpe que derrubou Dilma Rousseff da presidência, o Brasil vai conhecendo aos poucos as mazelas desta ação golpista coordenada pelos poderes externos e também pelos segmentos mais poderosos da sociedade brasileira, especialmente os banqueiros vinculados à Febraban e aos industriais, representados pela FIESP.

Os direitos trabalhistas (CLT), como se analisa nesta edição, foram atacados e debilitados de modo cruel. As riquezas energéticas, sobretudo o petróleo, estão sendo desnacionalizadas pouco a pouco, incluindo as terras e o nióbio. Os programas sociais da Era Lula-Dilma vão sendo reduzidos ou extintos, como é o caso da Farmácia Popular, com o quê o Brasil registra o triste caminho de voltar ao Mapa da Fome da ONU, de onde havia saído anos atrás.

A instabilidade política ainda é a marca principal, já que os que desfecharam o golpe de 2016 contra Dilma encontram-se divididos, o Governo Temer enfraquecido, com seus apoiadores presos ou processados por corrupção, estando o próprio presidente ilegítimo distribuindo verbas públicas a rodo para safar-se das acusações de irregularidades que lhe são lançadas.

Só a convocação de Eleição Direta Já, na qual Lula deve ter o direito pleno de participação, poderá trazer o país de volta à normalidade democrática. E para isto, é indispensável a formação da mais ampla unidade possível de partidos progressistas e democráticos, movimentos sociais, sindicatos, intelectuais, setores da igreja popular, dos estudantes, para evitar o mau maior que já se desenha no horizonte político: a suspensão do calendário eleitoral de 2018, a suspensão dos direitos democráticos do povo, mergulhando o país numa crise maior e de consequências imprevisíveis.

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